— DIÁRIO DE BORDO;

— Dia 1

Pra começar, a ansiedade era grande. Saí do interior as nove da manhã, num sono miserável, chegando em Aracaju mais ou menos as 11h ~11h30min. O voo seria só na madrugada, mas meu pai tinha uma reunião durante a tarde e precisávamos adiantar. Cheguei na casa da Lari, almocei, recebi meu exemplar (LINDO DEMAIS) de Alice no País das Maravilhas e então apaguei ali mesmo no sofá, sonhando com acidentes aéreos e essas coisas básicas, pra variar. [...] Eram 23h45min e eu já estava pronta pra ir pro Aeroporto. Meu pai engatou numa conversa sabe se lá com quem no celular e ficou exatos TRINTA MINUTOS conversando enquanto eu estava agonizando de desespero e ansiedade já que o voo era 01h30min e poderia atrasar. Saímos as 00h13min e o aeroporto estava cheíssimo! Passei mais ou menos vinte e cinco minutos de desespero na fila (E alívio ao saber que minha mala quaaaaaaaaase passou do peso máximo, mas foi só quase) e eram 00h50min quando eu já havia me despedido do meu pai e me encontrava na sala de espera pra embarcar. Se eu estava nervosa? Imagina. 
Acabou que o voo atrasou em torno de vinte minutos e eu dei sorte de ter feito amizade com um pessoal que ia no mesmo avião que eu, só que dei um azar tremendo logo depois quando descobrimos que as poltronas eram distantes. Passei todo o tempo de espera trocando mensagem com as amigas no whatsapp da vida, recebi um sms do meu pai de chorar e eram 01h45min quando a fila pro embarque começou. [...] Assim que cheguei na aeronave, desliguei o meu celular como havia sido avisada e me sentei linda na poltrona 15A (na janela, pobre ama essas coisas) e fiquei aguardando (lê-se agonizando) pela saída do avião. Meu lugar era do lado da turbina, então quando aquela coisa ligou os motores eu quase tive um treco interno, porque externo eu estava só de boas fingindo ser uma pessoa acostumada com aquilo tudo. A decolagem é praticamente a mesma sensação que andar naqueles brinquedos perigosos em parque de diversões, sabe? Acho que foi por isso que eu sofri, eu raramente ando nessas coisas. Viram só? Parque de diversões também é aprendizado. De resto, a viagem foi tranquila. A garota da poltrona 14D vomitou, mas eu nem vi (graças a Deus) só percebi comissários indo e vindo. Teve uma turbulência de dois minutos e nem tive tempo de entrar em pânico porque logo já tinha passado. Por fim, eram 05h35min no Horário Brasileiro de Verão quando eu cheguei no Aeroporto de Garulhos. Minha mãe se atrasou pra ir me buscar, mas tudo ocorreu bem. Demorou cerca de uma hora até que eu estivesse finalmente em casa e a primeira coisa que eu fiz foi me largar na cama que apareceu na minha frente.  Acordei só depois do meio dia.

— Dia 2
Como saí na madrugada e assim que cheguei em casa capotei, do meio-dia em diante do sábado conta como segundo dia. Almocei morta de vergonha do namorado da minha mãe e isso era visível, mas logo depois eu até que me acostumei e fiquei normal. Me instalei no quarto (que estava uma gracinha todo arrumado pra mim) e a primeira coisa que eu fiz? INTERNET!! Fui dar o ar na graça nas redes sociais e até comunicar a alguns amigos de que tinha chegado normalmente e blábláblá. Como não sou acostumada com essas coisa de horário de verão, mal percebi as horas passarem e quando dei por mim já eram MAIS DAS QUATRO DA TARDE e aí minha mãe me chamou pra ir dar uns rolé por São Bernardo como ela mesma disse. Foi morta de preguiça que eu saí pra me arrumar, afinal, eu estava com cara de sono e ainda de pijamas quando o convite foi feito. [...] Saímos meia hora depois, rumando o Shopping Metrópole e passeamos sem rumo por ele, olhando coisas aqui e ali, recebendo olhares do povo aqui e ali, piadinhas idiotas sobre decentes de asiáticos aqui e ali, essas coisas. Passamos nas Americanas e coloquei os olhos em um livro, mas pensei encontrá-lo mais barato na Saraiva e então fomos pra lá. Resultado: Voltei pra casa com menos cinquenta reais e dois livros pra entrar na fila de serem lidos esse ano. E olha que só não comprei mais porque não tinha o Quem poderia ser a uma hora dessas? por lá. Maaaaas, como ainda me restam muitos dias por aqui, vou achá-lo por aqui. Enfim, mais passeios, mais piadas, mais decentes de asiáticos, algumas fotos, lanche no burger king e logo eu estava em casa de novo, me jogando na primeira poltrona que eu vi e procurando pelo computador: Tinha passado tempo demais longe dele.

Dias 3 , 4 e 5: Sono, preguiça, comida, chuva, igreja, internet, parentes, primo bonito e novinho demais, mais parentes, trovões, comida, sono, mais comida, mais sono, mais chuva, blog, atualização de first love, internet e mais parentes.

2014! YAY~~ #4THBIRTHDAY

AHÁ, já é ano novo! Agora já não tão novo, por motivos óbvios. n
Pois bem, 2014 chegou com gosto de novos projetos e com ele, o aniversário do Just Running Away. Quatro aninhos oficiais com inúmeras indas e vindas serão comemorados durante o mês de janeiro. É engraçado, é a primeira vez que eu festejo isso e estou ansiosa. Durante todo o primeiro mês, teremos novidades no blog, sejam retrospectivas, melhores comentários, quotes das melhores fanfics e o blábláblá de sempre.
E pra começar, nada melhor que uma enquete! Pouquíssimas perguntas estarão disponíveis para vocês dissertarem, debaterem e opinarem sobre o conteúdo do blog e ajudar a melhorar tudo por aqui! 


Basta clicar aqui e preparar os dedinhos para digitar! hahaha Agradeço desde já a colaboração de todos vocês, porque obviamente, sem vocês o blog não seria nada! 

E, aviso que no dia 11/01 irei para São Paulo (yayy). O que significa postagens e/ou vídeos com pessoinhas que vocês devem ter conhecimento, webfriends! Sem contar é claro, do bom e velho diário de bordo com alguns detalhes da viagem! Se eu estou ansiosa? Vocês não fazem a mínima ideia!
Por hoje é... só?
É, só! See ya~