Explicações e novos projetos.


    
        Pois bem! Há muito que eu deveria fazer isso. Precisava me organizar e, por não conseguir, fui empurrando com a barriga e vocês já sabem como termina! Pois bem, vamos ao que interessa? Vamos sim, senhora! Venho através desse post explicar algumas pendências em relação a textos em andamento e deixa-los a par sobre os novos projetos arrumadinhos e lindos para esse fim de ano e início de 2015. Mas gente, verdade, o ano já está acabando! A gente pisca, levanta pra buscar mais pipoca e puf, já foi, né. Anyway, vamos lá:

  •  E aí, Thiarlley. cadê os dois últimos contos de The good soldier?
Então... não me matem, por favorzinho. Eu fico pesquisando e pesquisando pra dar mais realismo aos fatos ocorridos em volta da história e acabo esquecendo de passa-la pro papel. Juro que ela já está finalizada, ou pelo menos, na minha cabeça sim. Peço desculpas a quem está acompanhando e juro, juradinho que logo menos eu venho com ‘The Letters’ bem bonitinha e cheia da fofura de Thomas e Joana.
  •   Novo Projeto 1: Crianças novas na área.
Bom, pra quem sentiu falta dos nossos queridinhos de First Love que passaram por aqui entre dezembro de 2013 e fevereiro desse ano, já aviso que tem coisa nova área. Venho trabalhando neles há muito tempo, desde o fim do nosso querido casal 20 da turma da Tia Annie e, como toda mãe coruja, ‘tá ficando lindo! Fiquem atentos pois o Casal Bochechas e Peter Jhones estarão de volta logo logo pra vocês.
  •   Let’s have fun; 
Cara, como é bom ganhar uma aposta, sério. Há mais um mês, em meados de 25 de agosto do corrente, durante a volta pra casa nessa vida sofrida de estudante do interior, Yago, um grande parceiro do nosso blog desde os primórdios, conversava comigo sobre a época em que ele escrevia, lá em 2010 e 2011. Sendo assim, um acordo foi feito: Ele teria um mês para escrever algo para o Desafio das Imagens, aqui do Running. Logo depois, o acordo foi transformado em uma aposta, apenas como uma chantagem emocional para fazê-lo se dedicar melhor ao texto: Se, em um mês, o texto não ficasse pronto, ele teria que gravar um vídeo dançando My copcat, do Orange Caramel, comigo. Com roupa listradinha e tudo. No fim das contas, o coitado perdeu e bem, estamos todos no aguardo desse vídeo, certo? Ele será postado aqui no blog, já que foi parte do combinado e eu já estou rindo horrores de agora!

 
Pois bem, fiquem atentos! Coisas novas virão por aí!
E dessa vez, é promessa de mindinho.

#Cartas ― Carta para um alguém;





04 de Outubro de 2014.
Daegu – KR.

Eu sei que não deveria estar fazendo isso. Perdoe-me pelo choque e provavelmente pela forma que isso irá te afetar, mas realmente não aguentava mais fingir que estava tudo bem sem saber de você. Pensei em enviar um e-mail, mas você sabe como eu sou e preferi lhes escrever essa carta, o que talvez tenha tornado tudo ainda mais confuso pra você.
Talvez ainda estejas digerindo a forma como eu fui embora. Como uma tola, preferi não te contar e ir para o outro lado do mundo sem lhes dar uma explicação. Foi estupidez, eu sei. Quer dizer, nós tínhamos planos juntos. A minha mãe me ligou logo na primeira semana e me disse como você havia reagido quando soube. Eu sinto muito, mas precisei fazer isso. O Canadá não era mais lugar pra mim e eu precisava me livrar dos meus pais. Amadurecer, viver a vida dos 25 anos que eu tenho. A realidade aqui é completamente diferente da que nós vivemos aí. Minha irmã e eu trabalhamos, dividimos contas, o apartamento é alugado, além de Tiffany, nossa prima, morar conosco e também dividir as despesas. Eu sou adulta aqui, coisa que nunca conseguiria vivendo na sombra dos meus pais. E, se eu tivesse vivido ao seu lado como planejamos, eu viveria na sua sombra. Não estou dizendo que você me impediria de ter o meu próprio emprego, mas o fato dos nossos pais serem próximos acabaria dando no mesmo.
Aqui eu estou fazendo meu nome como jornalista, sem a influência do meu sobrenome ou do dinheiro que pertence a minha família. Eu, finalmente, estou sendo útil. "Mas você sempre foi útil pra mim", você diria. E eu sei que fui. Você, mais do que ninguém, me mostrou o que é ser útil. Porém, além disso, eu precisava de liberdade. E foi essa a forma que eu encontrei de tê-la. Perdão por só te dar explicações agora e por ser covarde o suficiente para não o fazer pessoalmente. Você sabe que eu não teria coragem olhando diretamente em seus olhos. Mas espero que você entenda. E saiba que todas as vezes que disse que te amava, eu não menti. Na verdade, quando se trata de você, eu ainda não sei em qual tempo verbal utilizar tal palavra.
Eu só peço que seja feliz. Mesmo que essa felicidade não seja comigo, por uma escolha minha. Prometo que a partir de agora, não te procuro mais. A não ser, é claro, que você queira que eu o faça. O endereço é esse do envelope, o meu e-mail continua o mesmo, o telefone está no verso. Se você ainda quiser largar o emprego na empresa do seu pai pra montar aquele estúdio musical, me procura.

Daquela que costumava ser sua,
HW.

Dia das crianças ― Relembre aventuras da literatura e do cinema;


         Pra iniciar o post, eu só queria dizer o quanto estou indignada que nem um bombom ganhei nesse domingo! Esperava que pelo menos o meu pai, que vive falando que serei a eterna filhinha dele, lembrasse de mim! Mas enfim, né. Sofrerei calada.
         12 de outubro, o dia em que muitos de nós, pra não dizer todos, esperava ansiosamente para receber aquele brinquedo preferido que passou dias comentando em casa ou escreveu em um bilhetinho para os pais comprarem o certo. Em muitas casas, o dia das crianças chegava a ser mais importante que o próprio natal! Em comemoração a essa data a qual nos fora tão importante no nosso passado, o blog traz uma postagem especial para relembrá-la. Ao lado de seis pessoas, sendo eles colaboradores e leitores do Just Running Away, trouxemos sete turminhas e suas aventuras da literatura, cinema e TV que marcaram nossa infância ou marcam nossas vidas até hoje. A ordem apresentada é cronológica de acordo com lançamento do livro, filme ou programa de TV. Não há nenhum tipo de classificação de melhor ou pior na ordem, é apenas temporal. 

#HappyMochiDay — Happy Birthday, love;




         Assim que fechara a porta, as costas tocaram a madeira e os olhos se fecharam por poucos segundos, suspirando e aproveitando o doce aroma que o interior da casa trazia. O dia havia sido totalmente cheio. Parecia algum tipo de karma, sempre que acordava em cima da hora e chegava atrasado, as coisas na empresa caíam para cima dele e o pior, ele era só um recém-contratado. Talvez fosse por isso que os colegas não davam a mínima para jogar todo o trabalho pesado nas suas costas, era até uma forma de ter uma diversão nos escritórios cheios de pessoas estressadas e papéis exageradamente amontoados pelos cantos.
         A pior parte de tudo isso era que além de recém-contratado, ele era um recém-casado. E, por ser o seu segundo aniversário ao lado da esposa, combinaram de comemorar juntos, um simples jantar em casa. Detestava cancelar as coisas com a esposa em cima da hora, mesmo que ela entendesse, ainda ficaria magoada. Claro que faria de tudo para esconder aquilo dele, mas era totalmente visível. Ela era do tipo que planejava as coisas com antecedência e sabia que a mulher havia passados horas do dia anterior buscando as melhores receitas na internet.
         “Então assim que estiver chegando, me avisa!” era o conteúdo da mensagem de texto enviada por ela, mas não teve coragem de liga-la as quinze para as onze da noite porque, além de tudo que havia acontecido, um acidente o deixou uma hora preso no trânsito de volta pra casa. Àquela altura, perguntava-se se alguém havia colocado algum tipo de maldição no dia 11 de outubro de 2014, porque só isso explicaria o que estava acontecendo. O silêncio da casa indicava que a esposa já descansava e entrou a passos lentos e cautelosos, a fim de não acordá-la. Os degraus eram subidos de dois em dois, para adiantar o processo que se limitava em tomar um bom banho e aproveitar os poucos minutos do seu aniversário abraçado à mulher adormecida.
         Fora diretamente para o banheiro e tomou um banho longo, daqueles que se ainda morasse com a mãe, levaria uma bronca extensa sobre o consumo exagerado de água. Com a toalha em volta da cintura, caminhou na mesma lentidão de antes até o quarto e ao abrir a porta, percebeu que uma luz fraca saía deste. O corpo inteiro esfriou diante do temor que lhe tomou só a ideia de saber que ela estaria acordada.
         Ela vai me matar por não ter avisado.
         Após engolir em seco, adentrou o quarto fechando a porta devagar logo em seguida. Os olhos se fecharam com força, mas ao abri-los, o alívio e a surpresa foram imediatos. Deitada com um livro entre as mãos, a esposa estava adormecida. Uma expressão serena, delicada. Ele sorriu com a imagem que lhe parecia a mais linda já vista e caminhou até o guarda-roupas, podendo finalmente se trocar.
         Vestido, limpo e renovado, ele saiu do quarto e desceu as escadas apressado e cauteloso, rumando a cozinha da casa. Acendeu a luz e uma segunda surpresa tomou conta dele. A mesa estava posta, com um bolo no centro contendo vinte e cinco pequenas velas em cima deste. Uma garrafa de vinho e uma caixa amarela com um grande laço vermelho completavam a arrumação da mesa.  Um sorriso largo lhe surgiu nos lábios, feliz com a esposa atenciosa que tinha. E por alguns segundos ele ficou apenas observando toda a dedicação dela exposta para si.
         - Eu falei pra me avisar quando chegasse. – A voz delicada da mulher ecoou pela cozinha, causando um pequeno susto nele, que riu ao colocar a mão no peito e caminhar até ela. Estava linda, usava uma camisola de seda longa em tom marfim. Apesar da frase em si ser autoritária, fora dita de maneira divertida e por isso, o homem não temeu em se aproximar.
         - Fiquei preocupado em te acordar. – Fora sincero em sua resposta, enquanto as mãos seguravam a cintura fina, puxando o corpo mais magro para colar ao seu. Ambos sorriram, enquanto em resposta as atitudes masculinas, ela levou as mãos pequenas até os ombros dele.
          - Mas eu nem cheguei a dormir. – Deu de ombros e sorriu. Ambos sabiam que ela dava importância as pequenas coisas e não deixaria o aniversário dele passar despercebido, mesmo que imprevistos a fizessem adaptar o seu primeiro plano. – Podemos ter o nosso jantar? Segundo o relógio da parede são onze e cinquenta e ainda é seu aniversário...
         Ele sorriu com a frase dita e as mãos deslizaram lentamente pela cintura da outra, sentindo suas curvas e abraçando-a forte. A felicidade era tanta que todos os problemas que o impediram de chegar mais cedo pareciam desaparecer apenas com a presença dela. Os lábios rumaram a bochecha dela com cuidado, distribuindo pequenos beijos por toda a sua extensão, ela sorriu ao fechar os olhos.
          - A ideia me parece ótima. – O sussurro saiu em meio aos carinhos, enquanto deslizava a ponta do nariz pela pele clara e chegava até o seu semelhante, movendo o rosto e fazendo daquela atitude mais um carinho, agora no nariz alheio.
         - Feliz aniversário. – Os finos lábios da mulher pronunciaram em um tom baixo, o qual só seria ouvido por conta da proximidade. Já ele, apenas esperou que a frase fosse finalizada para captura-los em um selar demorado, iniciando um beijo simples e calmo, que expressava exatamente a forma como ele a amava. O contato fora totalmente bem recebido por ela, que deslizou a destra pela nuca dele, chegando até os curtos cabelos e deixando que os dedos brincassem com os fios negros.

         Definitivamente, não havia maneira melhor de passar todos os seus aniversários, senão ao lado daquela mulher.
        
 Texto em homenagem ao aniversário do cantor canadense, Henry Lau.
20141011;

Análise Interpretativa: 'You end, and me' Raina 1st Single



         Foi lançado, na madrugada dessa quarta-feira, 8 de outubro, o MV para a música “You end, and me” da cantora Raina, integrante do grupo coreano After School e líder do subgrupo Orange Caramel. O ano de 2014 tem sido um dos mais cheios para a artista já que contou com dois retornos do subgrupo, a colaboração com o rapper San-E e agora o seu primeiro solo, além das apresentações e atividades japonesas com o After School.
         Membro da terceira geração do grupo, Raina debutou em Abril de 2009, junto da integrante Nana nas apresentações da música ‘Because Of You’. De início, Raina não fora totalmente aceita pelos fãs, pois muitos alegavam que ela não fazia o estilo do grupo, apesar de portar uma das melhores vozes já ouvidas entre intergrantes e ex-integrantes. A aceitação tardou a acontecer e fora preciso muito desempenho para conquistar playgirlz and boyz ao longo dos retornos do After School. Hoje, após cinco anos como membro do grupo, Raina teve seu debut como solista.  É a segunda integrante a conseguir uma estreia solo, já que a primeira aposta da Pledis Ent. foi a ex-integrante do grupo, Park Kahi. Traremos então uma análise da história do videoclipe.