Especial post ― Sarau do Tio Varoni;

É isso aí, amigos, as férias chegaram! Peço desculpas pelas poucas postagens nesse mês, mas as provas e trabalhos me consumiram de um jeito que vish! Mas estou viva, no fim das contas. Enfim, o post de hoje é daqueles bem pessoais e cheio de coisinhas fofas! Tivemos a última aula de Linguagens e Mídias, disciplina dada pelo professor Pedro Varoni que já foi citado aqui antes no último texto do Desafio das Imagens; uma espécie de sarau, contou com música e poesia, além de um feat com o professor Álvaro Muller, que apareceu em meio à nossa farra e adentrou nela. Apesar da falta de boa parte da turma, afinal, quem tem disposição as oito horas da manhã do primeiro sábado pós-provas? Fora uma manhã bastante proveitosa e gostosa, com direito a risos e desafinadas que as vezes eram passadas despercebidas, as vezes não. Trarei o texto que eu fiz especialmente para essa aula e, algumas fotinhas, porque a vida pediu assim.

Pedro Varoni e sua banda (da esquerda pra direita): Rafael Mineiro (ukulele/violão), Jhones (violão), Léo (vocal), Pê Jota (assessoria), Thithi (tiete), Varoni (voz, violão e boss), Marcos (empresário), Jess (vocal e tiete líder) e Tio Alvinho (voz e violão contratado).


Linguagem é o sistema através do qual o homem comunica suas ideias ou sentimentos; Mídias nada mais são do que os meios de comunicação em massa. Pedro Varoni, que aqui significa um professor tímido de poucos cabelos; Aquele que sabe ouvir sugestões e críticas, que compartilha suas experiências, que leva os nomes do jornalismo sergipano para um papo maravilhoso em sala de aula, de veterano para calouro. 
E o que poderia resultar da junção dessas três coisas? Bom, a resposta é mais fácil do que se imagina. Aulas dinâmicas, boas risadas, ótimo aprendizado e bons conselhos; Dividir experiências fazer conhecidos personagens inusitados de todos os cantos desse Sergipe, ou talvez do Brasil e porque não, do mundo! Essa junção nos ensina a comunicar, através dos meios de comunicação, levando às massas a possibilidade de partilhar suas ideias, sentimentos, articulando o elemento substancial à civilidade de uma nação: sua linguagem. 

A. mi. go (s): Indivíduos que sabem tudo sobre você e ainda assim te amam; São aqueles que guardam os próprios problemas no bolso para ouvir ou ler os seus; Utilizam de xingamentos como apelidos carinhosos e fazem piada dos seus defeitos; Fazem chamada coletiva no Skype de madrugada para te ensinar o assunto da prova que acontecerá poucas horas depois; Dividem chocolate mesmo contra a própria vontade e te obrigam a dividir o seu chocolate contra a sua própria vontade; Reclamam de como você demora pra comer; Utilizam seu celular como câmera pessoal e você utiliza os deles como sua câmera pessoal; Te elogiam da forma mais inusitada possível e gravam vídeos seus dançando como material arquivado para futuras chantagens; Te mandam o trabalho pra você corrigir, mesmo que você não possa abrir no momento e ainda reclamam se você demorar a devolver. Aqui, "amigo" possui inúmeras definições para uma palavra de apenas cinco letras, mas ao mesmo tempo, pode-se defini-la com uma única palavra, da mesma quantidade de letras. Aqui, "amigo" significa "vocês".

Análise Interpretativa: AS RED&BLUE;


Como me foi pedido por Priscila na postagem sobre a videografia do Orange Caramel, trago hoje uma análise das músicas "In the Night Sky" e "Wonder Boy" promovidas respectivamente pelas subunits After School Red e After School Blue no ano de 2011. O grupo sul-coreano composto por oito integrantes se dividira para essas performances, logo após a graduação da integrante Bekah, um mês antes. (Leia mais sobre o grupo) Os conceitos são completamente distintos, tendo no RED uma postura adulta e, porque não, sexy, enquanto o BLUE possui características fofas e inocentes. 



Kahi  JungA Uee Nana; 
  (http://youtu.be/GxE8A8_aW9E)
         Tendo as primeiras cenas totalmente no meio do nada, há duas placas sinalizando ruas e/ou parques com “Park wood dr” e “Woodland dr” escrito respectivamente. Enquanto Kahi está em uma motocicleta, cruzando o deserto, cabanas, malas e objetos “pessoais” são mostrados em alguns cortes, indicando que um grupo – nômade, talvez – vive ali. Duas das demais integrantes surgem seguindo o mesmo caminho que Kahi: Nana de carona em uma caminhonete e JungA em um quadriciculo. O figurino faz referência aos movimentos hippies de ’60 e ’70, assim como há semelhança entre as placas exibidas no início com o maior movimento dos anos 60, Woodstock. Há também alguns elementos indígenas americanos que nos são apresentados  em desenhos animados, como fogueiras altas, tendas pontiagudas e pintadas em vermelho, penas, chapéus e headbands nos figurinos tanto masculinos, como femininos. Uee, aparentemente a líder do grupo nômade, aparece descontente com algo e não aprecia a chegada das demais. No fim das contas, era apenas uma brincadeira e as quatros demonstram ser velhas amigas. O restante do MV tem apenas comemorações do grupo, festas sem motivo aparente, apenas celebrando o hoje. Há pouca referência a letra da música durante a história do clipe, uma vez que a letra conta de uma desilusão amorosa. (Agora conta a novidade, AS com música de corno.)


Jooyeon Raina Lizzy Eyoung; 
(http://youtu.be/clUVsZcKKaE)
 As cenais iniciais já são extremamente fofas. Lizzy e Jooyeon aparecem dormindo e sendo acordadas por inúmero balões nas cores branco e azul. Diferente do MV das red, nesse fora explorado a cor azul por praticamente todas as cenas, inclusive nas roupas e maquiagens das integrantes, em referência clara ao nome da subunit. Por ter sido feita pelos produtores das músicas do Orange Caramel, é notável alguns passos semelhantes as coreografias feitas pelo OC anteriormente. Não há história a ser seguida, logo os cortes são feitos de uma integrante para outra, ou para as cenas de coreografia. Expressões faciais são exploradas por TODO o vídeo, o que se assemelha a muitos videoclips de música japonesa, sendo estas as únicas referências a letra da música, por meio de caretas ou gestos com as mãos, ao “Wonder Boy” citado.

― room 13;

         - Até quando? – Os olhos estavam arregalados, a respiração ofegante por conta da discussão que se estendia. – Até quando você vai ignorar a doença da sua mãe, Liam?
         - Olha só quem está falando, não é? Há quanto tempo você não fala com a sua mãe, mesmo? – Ele riu irônico, cruzando os braços e olhando-a com desdém. A garota adotou uma expressão afetada, magoada pelo que havia ouvido. Se estivessem mais perto, daria um belo tapa no outro.
         - Você, mais do que ninguém, sabe as razões pra que eu não a procure. – O indicador direito fora apontado para Liam, autoritário. – Ela que foi embora, há tempos atrás. Não ouse comparar o seu descaso com a minha situação. – Ela deu passos para os lados e as mãos bagunçaram os cabelos, nervosas.
         Descaso? – Mais um riso sarcástico saiu dos lábios dele e os braços se cruzaram. – Você sequer entende, Hanna. – Os olhos se desviaram dela e então deu as costas, caminhando até o sofá mais próximo.
          - É, Liam, no começo eu até entendi. Mas agora, não entendo como você pode ser estúpido desse jeito.
         A pior parte de tudo é que ele sabia que Hanna estava certa. Ele precisava encarar aquele novo problema, não podia mais ignorar aquele fato. Já havia perdido o pai cedo demais, não poderia e nem conseguiria perdê-la também. Hanna pareceu ainda mais irritada ao vê-lo calado, chegando a rolar os olhos.
         - Eu estive lá ontem, assim como estou três vezes por semana. – O silêncio que se instalou durante a pausa dela fora torturante, Liam parou. – Ela perguntou por você de novo, quatro vezes. Não tive coragem nem de mentir. – Os olhos da garota marejaram levemente. – E o pior de tudo é que ela parece compreender sua ausência. “Ele deve estar bastante ocupado, não é mesmo?” – Ela fungou ao reproduzir a fala da mais velha.
         - Então se ela entende, não vejo porque continuar com isso, se...
         - Cala a boca, Liam! Dane-se suas ocupações ou o diabo a quatro. Você mesmo sabe que não tem nada que te impeça de tirar uma tarde que seja para ir vê-la. – Ela já gritava em meio ao choro. – Você poderia ser menos covarde e ser um pouco mais grato pra mulher que te amou e ama tanto.
         - Covarde? – Ele riu sem ânimo e virou-se para ela novamente, umedecendo os lábios.
         - Sim, um covarde. A culpa não é sua. Você sabe disso, eu sei disso, ela sabe disso. Supere isso e saia dessa droga dessa casa e vai vê-la. – As palavras duras de Hanna eram como inúmeros tapas em sua face. – Antes que algo pior aconteça e você passe o resto da sua vida se lamentando pela estupidez que está fazendo agora. –– Passos foram dados até ele e as mãos passaram a empurrá-lo.
         - Hanna, você...
         - É isso mesmo, Liam! Acorde e deixe de ser um imbecil. – Um último empurrão foi dado e ela recolheu suas coisas, rumando a porta. A mão direita passou pelos cabelos e os arrumou, antes de virar-se para ele uma última vez. – Sua mãe não merecia essa doença, e agora ela não merece essa sua burrice.
         E dizendo isto, retirou-se, batendo a porta com força ao sair. Liam passou certo tempo encarando a porta branca e em seguida se jogou no sofá, guiando as mãos aos cabelos e bagunçando-os, enquanto suspirava.
        
         Moya Aiken havia descoberto leucemia a pouco menos de um mês. Liam, seu único filho,  mostrou-se completamente preocupado com Moya assim que os primeiros sintomas surgiram, fazendo o possível e impossível para vê-la melhorar. Mas, infelizmente, a medula dele não era compatível com a de sua mãe e bastou apenas isso para o rapaz se fechar completamente em si; já não a visitava mais, sequer sabia o seu estado no hospital e Hanna, sua namorada há quase dois anos, era quem cuidava de todos os processos necessários pela internação da sogra. De início, a garota respeitou a mágoa do rapaz, sequer conseguia imaginar o quão duro era ver o próprio mundo desabafar por um infortúnio, entretanto, aquilo estava afetando o rapaz de uma maneira extremamente perigosa. Ainda não haviam encontrado um doador e Moya parecia cada vez mais fraca e mais necessitada do filho. Hanna tentou conversar com ele inúmeras vezes, mas todas foram em vão, já que Liam desconversava sempre. Decidiu então que iria discutir; Fazê-lo ouvir certas verdades e talvez assim, com um tapa na cara, ele acordasse do transe e percebesse a estupidez que fazia, a tempo de consertá-la. Como ela previu, resultou da pior forma possível e agora ela caminhava aos choros até o ponto de ônibus mais próximo. O fato de ter crescido sem a presença da própria mãe a aproximou de maneira absurda da sogra. Muitas vezes, quando os três em casa, parecia que em vez de casal eram irmãos, diante da forma que eram tratados pela mais velha. Pensava o quão injusta a vida estava sendo com os três afinal. Moya perdera o esposo vítima de um câncer quando Liam tinha apenas dois anos, sendo obrigada a cria-lo sozinha desde então. Hanna não falava com a mãe desde os quinze e, por mais que tivesse uma ótima relação com o pai, sentia falta de uma presença feminina que a compreendesse. Eram o porto seguro uns dos outros. Até a doença aparecer.
Limpou os olhos e então seu ônibus chegou. Nem mesmo soube como entrou no veículo, sentando-se na primeira poltrona que viu, apoiando a cabeça na janela e se permitindo chorar ainda mais.
        
         Ele estava acordado desde muito antes do sol aparecer. Não conseguira dormir após discutir com a namorada e as palavras dela ecoavam em sua mente repetidas vezes, fazendo-o revirar na cama até desistir de dormir e procurar por algo de útil pela casa. Fora pior. Tudo ali dentro, desde a cor das paredes, até os mais minuciosos detalhes na arrumação, lembravam sua mãe. A forma atenciosa como o tratava, a obsessão por limpeza, o cuidado com o tapete; o jeito como o olhava toda manhã, "seu pai estaria orgulhoso", dizia com um sorriso no rosto. Suspirou e se jogou no sofá, unindo as mãos sobre o peito e encarando o teto. Céus, onde estava com a cabeça quando resolveu se afastar, ele precisava dela. Poderia ter seus vinte e quatro anos, mas não aguentaria um dia longe dela. Hanna estava certa, como nunca esteve antes. Como sua mãe estaria agora? Tendo que suportar tanto sofrimento sozinha, ela detestava hospitais. Mesmo que Hanna estivesse lá três vezes por semana, ainda não era o suficiente. Se visitas fossem permitidas naquele horário, já estaria na porta do hospital. Os olhos se fecharam e ele pensou no sorriso de Moya, lembrando que o seu era exatamente igual ao dela e como aquilo o incomodava quando era criança. Recordações daquela época rondaram sua mente por tanto tempo, que adormeceu sem nem mesmo perceber.

*****

         Era final de tarde de sexta-feira, o último dia da semana que Hanna visitava Moya. Saía da faculdade e passava em uma cafeteria qualquer para comer e então seguia até o hospital, ficando lá até que o horário de visitas esgotasse. Mas naquele dia resolvera ir direto, queria ficar mais tempo com a mais velha, numa tentativa de suprir a necessidade que ela tinha do filho. Sabia que era em vão, mas pelo menos poderia estar ao lado dela e ouvir suas histórias que tanto gostava. Não falava com Liam desde a discussão que tiveram há quatro dias atrás e, sendo honesta consigo mesma, não sentia a necessidade de ir falar com ele. Sabia que receberia respostas rudes, risadas irônicas e desdém. Esperaria mais alguns dias até que se sentisse preparada psicologicamente para aturar as explicações sem nexo dele, para então procura-lo. Chegara ao hospital e cumprimentou os funcionários e enfermeiros que já conhecia, dirigindo-se quase que automático até a recepção, sorrindo largo para a moça ali sentada, que pareceu ainda mais contente ao ver Hanna ali.
         - A sra. Aiken ficará extremamente feliz hoje. – Disse a recepcionista, procurando pelo nome da paciente e marcando a presença de Hanna na ficha, entregando o papel e a caneta para a moça assinar. – Os dois amores da vida dela vindo vê-la.
         Inicialmente, a garota meneava a cabeça em concordância com os ditos, mas ao fim da frase demonstrou confusão. Os olhos caíram para o documento estendido e estes se arregalaram ao ver a assinatura do namorado logo acima do campo que precisaria assinar. Olhou do papel para a moça a sua frente inúmeras vezes, abrindo e fechando a boca, sem nem ao menos saber o que deveria dizer. Assinou o próprio nome com rapidez, recolhendo o crachá de visitante e praticamente correu até o elevador, rumando o tão conhecido quarto que Moya estava internada. Os minutos dentro da caixa metálica pareciam intermináveis, o pé batia freneticamente no chão diante da ansiedade e as portas mal se abriram quando ela saiu dali, caminhando até a porta verde com o número “13” gravado nesta.
         Hesitou em entrar. A mão tocou a maçaneta, mas sequer se mexeu. Os olhos se ergueram e pôde observar toda a movimentação pelo vidro presente na porta. Liam estava parado ao lado da cama de sua mãe, tendo a mão esquerda unida à dela, enquanto a outra lhes acariciava os cabelos com delicadeza. Moya tinha uma expressão serena no rosto, encarando o filho que chorava como um bebê, usando da mão livre para limpar seu rosto, ao mesmo tempo que o acarinhava. Hanna soltou a maçaneta e as mãos, unidas, foram guiadas ao rosto, apoiando-se no nariz, enquanto um sorriso largo lhe adornava os lábios. Os olhos já marejavam, mas era por conta da felicidade que a tomava em presenciar aquela cena. Decidiu não atrapalhar, poderia vê-la em um outro momento. Aquele em questão era unicamente dos Aiken e já estava feliz só em poder ver o reencontro, mesmo de longe. O caminho que seguiu ao deixar o hospital era tão conhecido quanto o anterior. Desde os primeiros sintomas apresentados por Moya, quando ainda pensavam ser algo mais simples, que a garota possuía uma cópia das chaves da casa dos Aiken, para que assim pudesse cuidar da mais velha na ausência de Liam. Durante todo o trajeto o sorriso em seu rosto não se desfez, tamanha era sua felicidade.

         Liam parecia renovado. Era como se um grande peso tivesse sido tirado de suas costas e não poderia estar mais aliviado e satisfeito com o tempo que passara ao lado da mãe. Apesar de fraca, seu rosto havia se iluminado apenas em vê-lo. Foi impossível evitar as lágrimas que jorravam de seus olhos só pelo simples fato de vê-la, sentir o toque delicado de suas mãos. Seu plano agora era procurar Hanna e agradecê-la por finalmente ter aberto seus olhos. Como amava aquela garota... nos últimos tempos sequer percebeu como ela cuidava bem dele, mesmo quando não merecia tal cuidado. Hanna, sem dúvida, era seu alicerce naquele momento. Precisava vê-la, pedir desculpas pelas palavras dura que dissera, abraça-la, receber seu carinho. Passaria em casa apenas para tomar um banho rápido e deixar a mochila, para então ir até a casa da namorada.
         Fechou a porta atrás de si e jogou as chaves na mesinha, andando sem observar seu caminho e, ao jogar a mochila na poltrona, percebeu uma bolsa feminina muito conhecida também jogada ali, os olhos miraram o sofá, lá estava ela. Os olhares se encontraram e permaneceram dessa maneira por longos segundos, até que Hanna se levantou.
         - Eu estive no hospital hoje.  – Disse ele, baixo, quase inaudível. Os passos até ela eram lentos, como se demorasse propositalmente, talvez organizando o que deveria dizer.
         - Eu sei. – O tom era ameno, um sorriso discreto adornando seus lábios ao caminhar até ele que tinha os olhos arregalados diante da resposta, mas logo se lembrou que era dia em que ela também a visitaria.
         - O sorriso que ela abriu quando me viu foi o mais bonito que eu já vi em toda a minha vida. – Ele mesmo sorriu extremamente largo, sentindo os olhos marejarem. Fungou e ergueu o rosto, podendo ver os olhos de Hanna brilharem. – Obrigado.
         A garota não aguentou mais e correu até ele, passando os braços pelo seu pescoço e abraçando-o fortemente. Liam retribuiu o contato, afundando o rosto nos cabelos dela, permitindo-se chorar nos braços de Hanna, tudo que não chorara desde a notícia da doença de Moya. E ela, apesar de sempre tão emotiva, manteve-se forte. As mãos acariciavam as costas e cabelos do outro, enquanto sentia os braços dele apertarem-na ainda mais, em um pedido mudo para que continuassem como estavam.