— Atualização e esclarecimentos;

A única parte boa das aulas é comprar caderninhos e coisas, porque de resto...

Já começo o post reclamando da volta as aulas por motivos de: sim. A Unit decidiu adiantar uma semana das nossas aulas, sem contar toda a ladainha com o processo de aditamento para aluno Fies que ainda não deu certo e só resultou em dor de cabeça. A parte boa é que lá se foram dois anos (já??) de faculdade e já estão começando as matérias mais práticas que com certeza irão arrancar meus órgãos no decorrer do ano. ♥ Anyway, a razão para estar fazendo este post não é a minha triste vida de estudante recomeçando, mas sim um certo texto que a maioria deve estar sentindo falta e estou sendo cobrada desde que postei o terceiro conto: The good soldier. 
Sim, The good soldier. Pra todo mundo que achou que eu estava entregando a Deus e deixando Joana e Thomas sem um fim digno, estão redondamente enganados. Os seis meses sem atualização dos contos foi totalmente sem intenção. De fato, essa série conquistou mais espaço do que eu imaginei, as especulações, os comentários, o modo como vocês imaginavam que a história se desenrolaria me deixou de certa forma preocupada em acabar com essa "fama". Digamos que eu entrei em pânico e simplesmente não conseguia escrever. Achava que tudo estava uma completa droga, que vocês iriam começar a me xingar e etc, que minha primeira tentativa com algo de época seria a única e última. Sério, eu não estou brincando.
Mas, conversei com a minha staff sobre isso (Oi, Eloanne), passei um tempo relendo os contos anteriores, comecei a ler "O pianista" e, além de me acalmar, a inspiração chegou. Peço mil desculpas por todo esse inconveniente e asseguro que não o farei de novo, ao menos, não com The good soldier. corre Por fim, sem mais delongas, trago para vocês o tão esperado The letters (clique aqui para acessar o texto), o penúltimo conto da série. Afirmo que "The end" está, digamos que, quase pronto e não demorará a estar aqui. Por conta da pressa para postar não só o texto, mas também minhas explicações, os resultados da enquete de 2014 serão adiados para o fim fevereiro, então se você ainda não deu seu voto/opinião por lá, é só dar uma passadinha! Enfim, é isso! Obrigada por apoiarem o blog e compreenderem, seus maravilhosos.

Mês de aniversário — análise dos nossos textos part. 4



Gente, como eu adorei fazer isso! De verdade, mesmo que eu já tenha falado da sensação no post anterior, queria aproveitar esse último para dizer que é indescritível você poder analisar a si mesmo. Nesses quatro anos de escrita que eu puder analisar nesses dezesseis textos, nossa, cresci bastante. É até engraçado você pensar que a mesma pessoa que escreveu “O carinha do call center” escreveu “room13” ou “The good soldier”. De fato, não pensei que essa ideia de comemoração do aniversário do blog seria tão bom pra mim, também. Enfim, já falei demais! Com vocês, os quatro últimos textos da análise:


O texto foi começado no ano anterior, mas só finalizei mesmo e postei em Fevereiro do ano passado. A ideia me surgiu ainda no início do segundo período, quando uma tragédia chocou grande parte da cidade. Um jovem de vinte e poucos anos sofreu um acidente de carro e acabou falecendo. Eu lembro que eu mal o conhecia, apenas de vista, como costumam dizer. Estávamos no ônibus rumo à faculdade, quando a notícia chegou. Duas grandes amigas dele entraram em pânico e eu me coloquei no lugar delas, o que eu faria se fosse algum dos meus amigos mais próximos. E depois de muito tempo pensando nisso, pensei em escrever. O texto conta a história de Rainy e seu desespero ao saber que seu irmão mais velho Josh, sofrera um acidente e que estava em coma. É o tipo de drama que eu sempre quis escrever, mas nunca consegui êxito. Texto autossuficiente; Apresentação de personagens e fatos no decorrer da história; Narrativa leve em contraste com o “peso” do tema apresentado; Não apresenta coloquiais, uso de linguagem formal durante todo o decorrer;

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Eloh 19 de janeiro de 2015 00:05
Os sentimentos e todo o contexto envolvem a gente fácil, até porque lidam com aquela sensação aguda de impotência diante de algo tão súbito e ainda assim, cada vez mais, tão comum. Acompanhando a personagem quase dá pra sentir o coração dela acelerando aos poucos cara, bem cool ^^ Sempre achei aquele "Imóvel" incial um toque legal, pq qnd o enredo vai ganhando forma, me dá a impressão de que o quarto todo tá imóvel e cinza, meio desbotado, destoando só as linhas verdes no monitor, sem falar no elemento sonoro que tá ali sempre de fundo. Acho linda a forma sutil que vc tem de desenvolver o gênero, no caso, conseguindo dar o devido peso à história com uma narrativa tão leve, que resulta esse drama bem equilibrado na situação... aaah sim, e pra completar ainda tem o final que nos deixa meio cinzas também, pq né kkk x]


Three years — 2014
Fazia muito tempo que eu tinha escrito pro Desafio das Imagens. Na verdade, eu vivia fazendo propaganda do Desafio, mas só tinha um texto escrito pro mesmo. Abri a pasta do tumblr, peguei a foto mais fluffy que eu consegui, coloquei no word e resolvi ir na fé. Encarei a mesa toda bonitinha da imagem e pensei na coisa mais dramática que poderia acontecer, imaginei então um término de casal... não. Pensei então se não seria melhor algo entre irmãos, mas eu já tinha escrito uma recentemente... não. Então, tão aleatória quanto a escolha da imagem, a ideia de escrever sobre amizade apareceu. Three Years conta a história de duas amigas que tiveram sua amizade interrompida por um acidente. Narrada pela melhor miga, conta como fora perder Louise e como ainda era o seu sofrimento, três anos depois. Texto autossuficiente; Narrativa em primeira pessoa; Apresentação de personagens e fatos no decorrer da história; Espaço e elementos do mesmo bem feitos; Linguagem informal; Narrativa em evidência, diálogos só quando estritamente necessários; Ligação entre texto e imagem feita corretamente.

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Helena 24 de fevereiro de 2014 13:11
Thi, mas que crônica mais linda! Sério, fiquei encantada com essa história. Foi diferente do que você costuma escrever e, como já era de se esperar, saiu lindo do mesmo jeito. Tá certo que é um drama, mas é aquele tipo de drama que a gente se sente feliz ao terminar de ler, sabe? E que te ensina alguma coisa. Eu gostei pra caramba, mesmo mesmo mesmo. O tema da perda de um amigo eu nunca vejo por aí. Sempre fica fechado na mesma coisa e eu achei legal você escolher esse tema "inusitado" pra iniciar o desafio das imagens. E pode apostar que 'cê começou muito, muito bem! Novamente, a gente vê que você tá escrevendo cada vez melhor e se abrindo pra novas possibilidades, novas histórias e eu acho isso lindo. Tô no aguardo das próximas 'imagens' e, novamente, parabéns pelo lindo texto yay

Acho que esse seria o momento perfeito para eu fugir. Bom, antes de tudo, a ideia me surgiu por conta de um trabalho de – pasmem – mídia e modernidade. Eu deveria falar sobre a influência dos EUA no mundo durante e pós Segunda Guerra Mundial e, enquanto lia uma das minhas maravilhosas edições da Aventuras Na História, descobri que o Brasil, mais precisamente, o Rio Grande do Norte sofreu bem mais consequências da Guerra do que se era previsto. Estava justamente no ônibus, indo para faculdade no dia do trabalho e comecei a pensar se não seria uma boa tentar meu primeiro texto de época. Foi no bloco de notas do celular que eu escrevi o primeiro conto quase todo e era pra ser só aquele. Mas começaram a gostar e a me dar ideias (culpa sua, Eloanne) e acabou, né, precisei fazer. Sobre a demora, só digo uma coisa: THE LETTERS IS COMING! Já podem parar de querer me bater. Texto ótimo e autossuficiente; Fiel à realidade apresentada da época por meio de datas e eventos que realmente existiram; Apresentação de personagens feita no decorrer do enredo; Descrição de espaço, roupas e afins bem feita; Linguagem total e obrigatoriamente formal; Possui diálogos em inglês, mas sem tradução por serem coisas bobas que todo mundo sabe ou que o google resolve;

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Thai 8 de junho de 2014 15:17
Finalmente, criei vergonha na cara e comecei a ler... o/ (Vamos ao que interessa, antes que eu perca o "fio da meada") A estória é bem diferente do que eu costumo ler... (ficção, fantasia, suspense policial... Ok, isso não vem ao caso) Conheço/Li apenas dois livros (escritos recentemente) em que os personagens se entrelaçam a fatos históricos e suas épocas, mas aprecio muito esse tipo de estória. E nunca havia encontrado nenhum texto do tipo em que os fatos envolvessem parte da história do Brasil. O que tornou a estória duplamente mais atrativa para mim. Já na metade da leitura eu comecei a torcer para que a história de Joana, a garota pé no chão e que presa pela cultura de seu país, e Thomas, o rapaz que se alistou por livre e espontânea pressão, possa ser um pouco longa, pelo simples fato de seus pontos de vista em relação aos acontecimentos parecerem diferentes dos da "maioria". Adorei o modo como você escreve, acho que nunca li nenhuma das suas fics, o interesse nos personagens parece aumentar naturalmente (pelo menos, esse foi o meu caso). Creio que você tenha feito alguma pesquisa sobre a chegada dos americanos por estas bandas e a receptividade dos potiguares nesse contexto de guerra. E fiquei um pouco envergonhada por perceber que não sei nada sobre a cidade onde moro. Sei um pouco sobre Natal, por ter nascido lá e por ter estudado algo no colégio, mas nada muito aprofundado, principalmente quanto a este tópico. Já estou falando muito... Besteiras, é bem provável... Despeço-me por aqui... E vou ler a próxima parte... xD


room13 — 2014
Essa linda! Bom, eu vivia meu momento de procrastinação e vocês deveriam agradecer a Daniel por me mostrar, mesmo contra a minha vontade, outra música do 5sos, que novamente, não tem nada a ver com o enredo da história, mas ainda assim me deu inspiração. A música chamada “Amnesia” fala da clássica desilusão amorosa e eu só conseguia imaginar uma discussão – e das grandes – quando a ouvia. Foi bem na época que o meu amor por Liam Aiken reascendeu então eu estava louca pra escrever algo com ele e por isso, vivia forçando e ouvindo a música TODA HORA pra tentar escrever algo. E bem, saiu! Tentei colocar o foco em outro tipo de drama e o casal estar apenas “lateralmente” no enredo. Conta a história de Liam, um rapaz que sofre ao saber da doença de sua mãe e que o destino o presentou com medula incompatível à dela. Em surto, o rapaz decide não procurar mais a sua mãe e é preciso a intervenção de Hanna, sua namorada, para que ele finalmente acorde. Texto autossuficiente; Apresentação de personagens e fatos feita no decorrer do enredo; Narração em terceira pessoa; Diálogos aparecem com mais frequência, porém ainda assim estão em equilíbrio com a narração; Formal, coloquiais apenas nas falas, vez ou outra; Narrativa leve em contraste com o “peso” do tema apresentado.

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Pryh ( *~ Lírios Ao Mar ~* ) 19 de novembro de 2014 15:50
Eu já disse que adorei esse texto, mas vou tomar a liberdade de vir dizer novamente, porque eu posso. Ele é tão lindo, e tão real, e com o final na medida, mantendo o companheirismo e focando da relação filho/mãe que me deixa Adoro seus dramas que não focam em casais, são únicos nessa blogosfera saturada.

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Eu espero de coração que vocês tenham gostado tanto quanto eu. Quero aproveitar para agradecer à você, querido leitor, que esteve comigo nesses cinco anos “oficiais” de blog e até mesmo nos anteriores, nas postagens noobs, nas besteiras e em tudo aquilo que já postei aqui. Agradeço de coração pela sua presença aqui, seja nos comentários, na curtidas ou até mesmo só nas visualizações que têm crescido bastante! O meu mais sincero obrigada à vocês, seus lindos!

Mês de aniversário — análise dos nossos textos part. 3



         A penúltima parte da nossa comemoração de aniversário já está pronta! Os últimos quatro textos referentes ao ano de 2013 com suas respectivas análises e comentários! Queria dizer que estou adorando fazer isso tudo, é visível a forma como a minha escrita evoluiu desde “O Carinha do Call Center” até “room13” que foi o último texto postado, no ano passado. Muito divertido fazer essa auto avaliação de textos e super recomendo pra quem tem o hábito de escrita, sério! Mas então, vamos as análises:


A ideia me surgiu por conta de um plot de rpg real life que eu fiz. Minha personagem no jogo teve alguns problemas com uma pessoa. De início coloquei esses problemas só pra dar um drama na história dela mesmo, mas aí, em meio as duas horas de viagem pra casa (essa vida sofrida de estudante :/) me fizeram pensar em um jeito de resolver esses problemas dela com o... cara. Bom, ficou bem curtinha e fiquei muito feliz porque eu consegui fazer um certo "mistério" entre a personagem principal e a outra pessoa. Texto autossuficiente, sem a necessidade de explicar pré e pós cena; Narração em evidência, diálogos pouco explorados; Sem o uso de coloquiais ou gírias; Narrador onipresente, mas com foco inicial na personagem principal apenas; Boas descrições de espaços e sentimentos; apresentação de personagens na medida.

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Thaïs simoes 1 de setembro de 2013 21:14
Não posso ler nada com Orgulho e Perdão, eu só DESABO a chorar!
Eu achei fofíssimo o desenvolvimento. Achei bastante real, bastante bonito. De verdade. Eu te disse várias vezes que sua escrita melhorou muito, não tava brincando!
Parabéns.

Essa daqui, na verdade, foi um surto de inspiração por conta de algo bem bobo. Eu passeava pelas informações do After School e acabei descobrindo que a Raina/Hyerin (conhecidíssima por aqui pelo seu nome de nascença) tinha trabalhado em uma cafeteria chamada ‘The coffee bean and Tea leaf”, antes de se tornar trainee. Passei um tempo com isso na cabeça e resolvi escrever. Mudei um pouco e escrevi com foco no personagem masculino e acabou sendo uma das coisas mais fofas que fiz! A parte mais engraçada é que passei horas no google maps tentando ver ruas, pontos de ônibus, metrôs e afins da Coreia para que pudesse fazer algum sentido na história. Texto bom. É descritivo e fiel à realidade do espaço apresentado; Apresentação de personagens na medida; Linguagem formal e sem uso de coloquiais; Narrações e diálogos em equilíbrio; Estilo apresentado como “fluffy” por ser romance meloso.

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Ayra 14 de janeiro de 2015 07:32
Que Amorzinho de fic!!!!!!!! Sossss
Muito agradável de ler, e os personagens são muito adoráveis
Quem diria que de "um café e um chá" resultaria em algo tão doce assim, mas nem tão meloso ou enjoativo. Dá até aquele gostinho de querer mais, não deixaria de cogitar em pedir por uma continuação sobre a história desses dois!
Como sempre, Thilinda sempre sabendo nos encantar com suas escritas ❤♡

Mais uma daquelas escritas de uma vez só e no susto. Estava sem nada de muito interessante pra fazer e, no facebook, chamei a Priscila pra um desafio simples, escrever algo uma pra outra em menos de uma hora. Acabou sendo mais um romance/drama clichê com uma pegada mais séria que “Please, be mine” o que, de fato, deixou-me um pouco mais orgulhosa do que a anterior. É o clichê sobre viagens que deveriam separar um casal. Sobre o que os outros pensam e seus julgamentos desnecessários sobre algo que não é da conta deles. Texto bom; Narrações e diálogos em equilíbrio; Apresentação de personagens feita no decorrer do texto; Não há necessidade de explicar pré e pós cena, o enredo em questão sendo auto suficiente para isso; Linguagem formal, uso de coloquiais dispensado.

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Lívia · 60 semanas atrás
Parabéns pela fic, eu achei linda ! E faço minhas as palavras das outras que comentaram fazia realmente muito tempo que não lia fics, por falta de tempo e voltar a ler começando por uma tão bem escrita quanto a sua, só me faz ter vontade de ler mais e mais.*

First Love / Happy birthday, love (spin-off) — 2013/2014
Ai, esse meu xodó, dono do meu coração! Bom, de todos os meus textos, esse foi o que eu mais me empenhei (e me empenho) para que ficasse exatamente como eu queria. Foi também um dos meus maiores projetos, onde fiz fotos teasers e um trailer de vídeo, com a ajuda de alguns amigos que toparam ser as vozes dos meus personagens! First Love conta a história de Hyerin e Henry (tá aí porque eles são meu fc favorito), um casal que era apaixonadinho quando criança, mas por conta da vida, precisaram se afastar e, com isso, esquecendo um da existência do outro. Entretanto, bastou que um desenho daquela época aparecesse, para que um interesse fora do comum surgisse em Henry e o rapaz decidisse procurar pela sua amada de infância. Texto autossuficiente; Por ser o mais longo presente aqui, possui características bem trabalhadas como apresentação de personagens, espaço e demais; Enredo mais detalhado; Tempo cronológico com presença de flashbacks ao longo do texto; Narração e diálogos em equilíbrio, com narrador onipresente; A narrativa decai um pouco, tornando-se informal algumas vezes.

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Eloh 3 de março de 2014 18:07
[...]
Então, como toda a história, gostei sim do final ^^Não tem nenhum plot-twist mirabolante (como Henry ser um androide e matar Hyerin pra pegar algum órgão dela), nem um happy ending de contos de fadas, com juras de amor eterno e blablabla.. gostei pq ficou um final romântico leve, simples, com seu lado cômico, pra um romance leve, simples e com seu lado cômico. A.k.a, ornou com o enredo e o ambiente.
Pode até soar óbvio, mas nem todo mundo consegue isso. As vezes pensam que está ficando chato e aí começam a inventar coisas que não cabem na proposta construída até então, acabando por ferrar a história toda.. mas enfim, vc entendeu..rs
Outra coisa, os personagens. São bem legais cara, bem reais, fazem a gente se envolver com a história.. me diverti com os três amigos, Peter Jones aparecendo pra fazer folia, as mães conspirando a favor, catando fotos e preparando cenários.. a recepcionista do NCI, pobre pessoa frustrada kkk
Enfim, tudo ficou bem legal.. vc me fez gostar de um romance cara, não tenho mais nada a dizer x]


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*Comentário retirado do site lollipopfics, onde a fic fora postada.
No próximo, e último post, trarei “Don’t leave Us”, “The good soldier”, “Three years” e “room13”.