Poesia de sábado — Oásis do amor;


OÁSIS DO AMOR



Deserto estava meu coração;

Triste, magoado, doente.

Reflexo de uma decepção.

Não queria amar novamente.

Desacreditado do amor,
Se escondeu na solidão.
Não via folhas, nem flor,
Só arbustos e espinhos pelo chão.

Noite sem estrelas, sem luar,
Vazio, escuridão e frio,
Ninguém pra compartilhar,
Até o sono de mim sumiu.

… AMANHECEU!
O Sol me cumprimentou diferente,
Com promessas de um bom dia!
Seus raios a manhã aquecia,
Me dando alento pra segui em frente!

Contemplei ao longe o verde,
E pensei ser uma miragem,
Mas olhando em volta,
Tudo tinha se transformado,
de repente,
Senti uma brisa suave, um aroma agradável,
Inundando todo o ambiente.

Andei mais alguns passos e me deparei com um belíssimo jardim.
No meio, uma rosa preciosa sorria pra mim.
Fiquei extasiado, fascinado,
Meu coração se alegrou.
Nasce uma nova esperança,
NESTE OÁSIS DO AMOR.


Escrito por: Rogério Santos.
Nov/2014
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Rogério Santos, entre 40 e 50 anos, mas num sou velho não, viu?! Representante comercial, radialista, escritor quando dá certo e pai da dona desse blog! Já fui poeta um tempo, mas o tempo agora é outro que me falta. Ah, tempo danado! 
2 comentários
  1. Por alguma razão acabei me lembrando de "Enquanto Houver Sol" do Titãs, talvez pela fato de ser a mesma mensagem de fundo, de esperança e tal.
    Mais um ótimo poema, Sr. Rogério.
    Obrigada por compartilhar conosco seus escritos! <3

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    1. Priscila, eu que agradeço por você ler e fazer as devidas observações e comentários, além de apreciar. Isso me motiva a continuar escrevendo e ser mais criterioso no jogo das palavras e no uso do bom vocabulário. Mas também vejo que há muita responsabilidade em escrever para uma crítica literária, como considero você.
      Abraços!

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