retrospectiva 2015 — resultados;

Eu deveria ter postado os resultados há um tempo já, mas sabem como é, férias é tempo de procrastinar, dormir, ler uns livros, aproveitar da chuva (e quanta chuva!) que aparece por aqui. Então, como sempre, peço perdão pelo vacilo, MAS os resultados da Retrospectiva 2015, o questionário respondido por vocês, já estão fresquinhos e prontos para serem apreciados!


Não tivemos textos na categoria “Longfic” esse ano (aaaaaaaaaaaaaaaaah :[ )


“Chocolate e café”, o segundo da categoria Inspirações Súbitas, que foi criada sem a intenção de existir, levou o prêmio de “Conto do ano 2015”, pela maioria dos votos! Dentre as justificativas, o plot e a relação do casal foram os mais citados. “Gostei da pegada Linklater (creio q não intencional haha) de aprofundar um casal usando detalhes que só um sabe sobre o outro.” E, realmente, não foi intencional! HAHA mas obrigada!



O quadro poesia de sábado estreou no ano passado e, dentre as respostas dadas, teve 100% de aceitação dos leitores! (Papai, o senhor ‘tá arrasando, hein?) Todos responderam que apreciam o trabalho e teve até pedido para textos corridos e crônicas do Sr. Rogério por aqui. Vou passar o recado pra ele, viu, galera. Vai que... né?
A abertura para textos de outras pessoas também foi super aceita pela maioria e gostaria de dizer que, ENVIEM TEXTOS, SEUS LINDOS! Pode ser crônica, conto, poesia, fanfic, resenha, trabalhos fotográficos... O Just Running Away está aqui de braços abertos para vocês.



Sobre as coberturas que fiz no ano passado, como Anime Friends e Bienal do Livro, TÁ TODO MUNDO QUERENDO MAIS! (Af, seus lindos!) E, devo dizer que, o pedido de vocês é uma ordem! Aproveito para pedir também que me avisem de eventos culturais seja literatura, cinema, games e etc, para que eu possa participar e fazer a cobertura. No ano passado, deixei de ir a alguns porque soube em cima da hora. L Então isso, vai ter cobertura SIM! HAHA



Sobre os textos que estavam “fora” do padrão narrativa, como “Sim, você é racista”, “Morre um escritor” e entre outros, eu realmente fiquei receosa da aceitação de vocês em relação à eles. PORÉM, fui super apoiada e ainda pediram por mais. O que leva também aos textos pessoais com os projetos “Meus 20 anos” e “Black Pinup Girls” que foram bem aceitos pelo público e bem divulgado, também. Obrigada, galera! Textos como esses são escritos para levarem a sociedade a refletir em pequenas (e grandes) situações presentes no nosso dia-a-dia que PRECISAM parar. E saber que vocês concordam com essa ideia – e ainda compartilham – enche o meu coração de alegria.



VAI TER VLOG SIM! E eu fui até cobrada por não ter feito tantos vídeos ultimamente, olha, vocês calmem que a vida é atarefada, viu! Mas obrigada, gente. Sérião, obrigada pelo apoio quando me joguei nesse novo quadro aqui pro blog e ler coisa como “AMO/SOU VLOG DA THI” e “ARRASA, GATA!” só me deixa ainda mais animada para trabalhar conteúdo audiovisual para vocês, maravilhosos.

E é isso, gente. Estou aqui toda besta com essas respostas maravilhosas e ainda mais feliz com os leitores que tenho. Sei que tenho muitos momentos de crise, vontade de desistir de tudo, mas quando lembro do apoio que vocês me dão, consigo mais forças para continuar. Não tenho 234566543 de leitores e não sou extremamente famosa, mas os leitores e amigos que tenho e que acompanham esse blog, já fazem todo o trabalho valer a pena.


Obrigada por estarem aqui em 2015. E peço, com todo o meu coração, que continuem em 2016! 

Poesia de sábado — Declaração;


DECLARAÇÃO


Te curti no Facebook, te segui no Twitter, marquei suas fotos no Instagram,
Te visitava todas as noites no seu whatsApp,
Já entrei em vários grupos só para te encontrar.
Certamente imagina meus pensamentos, suspeita dos meus sentimentos, e sabe onde eu quero chegar.
Te convidei para um evento, pra um almoço, um jantar ou coisa e tal.
Você disse, sei lá, quem sabe um dia, e noutro dia, disse: um dia vamos marcar.
Por um tempo esperei sua resposta,
mas na verdade quando realmente se gosta,
Não há tempo, nem  distância; não há muito o que pensar.
Um jantar seria ideal, um ambiente especial
Pra te falar o que diz meu coração,
olhando nos teus olhos irradiantes.
Seria um momento sensacional,
viajar no teu sorriso deslumbrante,
Acariciar suas bela mãos.

Mas o amor é mesmo um mistério,
Queremos ser amados com a mesma intensidade que amamos alguém,
Mas quando este alguém não tem o mesmo sentimento por nós, é verdade dói!
Mas, eu sei,  é sério,
É difícil para o outro também.
As vezes até parece  desprezo,  ingratidão,
Mas fazemos o mesmo para com quem não sentimos atração.
Tem alguém morrendo de amor por nós nesta mesma intensidade, oh!
Mas tudo são coisas do Amor ou da paixão,
Como diz os jovens,  a química não rolou.
Já disse um poeta, “Foi tudo culpa do amor”
.
Sabe,  eu sei que entre nós pode não  rolar,
Pode não ter almoço, nem jantar.
Mas aqui neste nosso encontro quero  te dizer:
Quero confirmar suas suspeitas,
realmente gosto muito de você,
Quando te vejo, meus olhos brilham,
meu coração dispara com destino ao seu,
Não consigo evitar, é muito forte dentro de mim.
És muito especial, um tanto assim:
Gosto de tudo em você:
Seus olhos atraentes, sua boca bem desenhada,
O detalhe no nariz,  seu jeito no  cabelo, seu queixo é uma graça.
Do seu modo de se vestir,
parece que foi pra mim,
Da maneira de falar,
Esta voz doce e suave, que me acalma,Faz bem a minha alma.
E sua elegância no andar?
Seu comportamento, seu caráter,
admiro sua fé.
Seu pudor, sua moral, como trata as pessoas, é assim que você é!
E sempre será pra mim, alguém muito especial.
Não posso tocar suas mãos, seus cabelos, ver o piscar dos seus olhos, nem ouvir tua voz.
Mas vejo sua foto no perfil, o silêncio  diz que não há nada entre nós.
Eu sei, você ficou sem palavras.
O que fazer? O que dizer, diante de uma declaração como esta?
NADA!
Já sei a resposta:
Pra mim é NAMORO!
Pra você AMIZADE!
Agora sim, você está digitado………
Posso ver seu sorriso desenhado em apenas uma letra repetidamente: “k”
Mais uma vez digitando……………………
Agora você diz:
  • Muito obrigada querido!
  • Quanto carinho, fiquei sem palavras!
  • Você é um ótimo amigo!
  • Vou precisar sair agora, até mais!
  • Tchau!
Foram essas suas palavras, foi vapt e vulp; vulpt e vapt.
E assim foi o nosso encontro, mais uma vez na Praça do WhatsApp.

 
                                      Escrito por: Rogério Santos
                                          23.01.2016

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Rogério Santos, entre 40 e 50 anos, mas num sou velho não, viu?! Representante comercial, radialista, escritor quando dá certo e pai da dona desse blog! Já fui poeta um tempo, mas o tempo agora é outro que me falta. Ah, tempo danado! 

Indicação #5 — 'O Visconde que me amava' Julia Quinn;

Título: O visconde que me amava
Autora: Julia Quinn
Tradução: Ana Resende
Páginas: 290 páginas
Editora: Arqueiro
A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolver dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Logo ele decide que Edwina Sheffiled, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela. Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele. Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasse é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração.
         Inicialmente, eu não fui com a cara de Anthony.
         Diante da postura dele e dos irmãos no primeiro livro, por conta do casamento de Daphne com Simon Basset, eu acabei criando uma imagem mais divertida de Anthony Bridgerton do que ele realmente era. E isso foi o suficiente para me desanimar acerca do livro.

         Porém, eu descobriria mais tarde que só estava quebrando a cara.


         Anthony perdeu o pai cedo demais. Tinha apenas 18 anos e sua mãe ainda estava grávida de Hyacinth. Por ser o mais velho, sua ligação com o pai parecia maior. Fora ele quem passara mais tempo ao lado de Edmund e fora ele quem mais vivenciara o amor puro e verdadeiro dos pais. Edmund tinha apenas 38 anos quando aquele infortúnio aconteceu e Anthony colocou na cabeça que não tinha o direito de viver mais que o seu pai. Edmund Bridgerton tinha sido o seu herói e exemplo, e Anthony não iria (ou melhor, nem mesmo deveria) superar o pai – e isso implicava inclusive a idade.

         Do outro lado da trama, tem-se Kate Sheffield, a filha mais velha do primeiro casamento. Sua mãe morrera quando ela ainda era uma criança, mas o seu pai se casara de novo e agora, além de uma madrasta (que não tinha nada de má, pelo contrário) Kate também ganhara uma irmã: Edwina. Os Sheffields não eram ricos nem mesmo quando pai de Kate era vivo, cinco anos antes, e agora eram obrigadas a economizar mais ainda. Sendo assim, Kate teve que esperar até que Edwina tivesse idade para debutar, para que pudessem debutar juntas. Kate já estava “velha” para uma debutante, afinal ela já tinha 20 anos, quase 21, mas era a única opção.
                  Edwina, no auge dos seus 17 anos, era a debutante mais linda da estação, logo, a mais cobiçada. Com cabelos loiros e olhos azuis-claro, já estava sendo chamada de a Incomparável de 1814. Já Kate, com cabelos e olhos do comum castanho, era conhecida como “a irmã mais velha da Incomparável”. Apesar disso, Kate não olha para a irmã com inveja ou irritação. Muito pelo contrário, a ama com todas as suas forças e se esforça para que o casamento que a irmã terá em breve seja de todo feliz. E o sentimento é recíproco. Edwina possui tamanho amor e apreço pela irmã que, em determinado concerto musical, deixa escapar que só se casará com o homem que sua irmã mais velha aprovar.

         E é por isso que, de maneira nenhuma, ela aprovará o casamento de Edwina com Anthony Bridgerton.

         Kate nem mesmo o conhece. Lady Whistledown escreve bastante sobre os Bridgertons, e naquele ano o mais velho dos oito filhos era o seu principal alvo. Na edição de 20 de abril de 1814, ela deixa claro acerca da fama de Anthony e Kate, uma pessoa que acredita e confia bastante na opinião da colunista, decide dar ouvidos a esta afirmação. Anthony Bridgerton é um libertino e libertinos nunca são bons maridos. Desta forma, não havia qualquer razão para que se pensasse na possibilidade daquele matrimônio.

         Ao saber da (falta de) estima da mais velha das Sheffields para consigo, Anthony decide que aquela briga seria vencida por ele: Kate não se intrometeria nos seus planos e ele iria sim se casar com Edwina, a mais velha querendo ou não.

         E é partir dessas brigas que um interesse começa, logo após um sonho erótico com a mais improvável das criaturas, Anthony passa a observá-la de um jeito que nunca pensou que faria. A postura, o cabelo, o formato do rosto... os lábios. De uma maneira que ele nem mesmo sabe como e nem quando, Kate deixou de ser a irmã chata e passou a ser a irmã beijável.

         Ah, e é claro, não vamos esquecer da abelha.
         Abençoada seja!

         O Visconde que me amava traz uma leitura mais séria, se comparada ao livro anterior, mas não deixa de ser divertida. Os medos e fantasmas do passado versus a tentadora ideia de se planejar o futuro ao lado de alguém que se importa. Alguém que ama.

         Ama?
         Até mesmo Anthony se viu assustado com essa ideia. 

Poesia de sábado — O amanhã;


O AMANHÃ

Vida… Oh vida!
Doce mentira da ilusão de se viver, sobre uma certeza incerta do amanhã.
Amanhã que se torna hoje, hoje que foi ontem,
Ontem que é sempre passado, Passado que constitui uma história.
Mas tudo, é um mero momento, um instante que logo passa, que se renova sucessivamente.
Um capítulo que se escreve cada dia, um livro que se completa no último momento, o amanhã.
Cada capítulo, cada instante, cada minuto, sinto como se fosse o último, o amanhã.
Se eu sofrer, se eu chorar, porque entristecer?
Amanhã é outro dia, posso já não existir…
Mas olhando o meu ontem, se verá que um dia eu amei, eu fui feliz, eu vivi.
As vezes em meio a tantas lágrimas é possível sorrir.
A noite, fria, escura, tenebrosa, desencadeia um amanhecer brilhante, oportunizando o raiar do Sol em um dia de esperanças. São enigmas da vida…
A vida é um punhado de dias que viaja por determinado tempo,
E nós vamos juntos, conduzindo ou sendo conduzidos.
O importante é agradecer pelo ontem e viver o hoje, porque o amanhã pertencente aquele que nos deu a vida.

Só nele podemos ter verdadeira esperança e vivermos realmente o amanhã, quando acordarmos da morte e contemplamos, finalmente o AMANHÃ nos braços do pai eterno, aquele que é o ontem, o hoje, o amanhã e sempre será.



Escrito por: Rogério Santos.
12.03.1992

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Rogério Santos, entre 40 e 50 anos, mas num sou velho não, viu?! Representante comercial, radialista, escritor quando dá certo e pai da dona desse blog! Já fui poeta um tempo, mas o tempo agora é outro que me falta. Ah, tempo danado! 

#TAG ― De tudo um pouco;


Olha só que está de volta?! E dessa vez, com mais uma tag! (Gostaria de dizer o quanto continuo on fire com as pessoas me indicando para responder tags, sério, continuem, seus lindos) A tag se chama "de tudo um pouco" e fui indicava pela Ana Caroline, do blog Olhei no Rodapé. As perguntas são bem mais pessoais e voltada para a área feminina, então senta aí e vem conhecer um pouquinho mais sobre a pessoa que vos fala! 

Regras:
 Responder todas as perguntas;
 Indicar no mínimo 11 blogs com quantidade de seguidores menor que 500;
 Colocar o selo da TAG;
 Colocar o link de quem indicou;

1) Qual é seu estilo musical preferido?
   Então, eu não tenho um ‘estilo’ musical favorito, se eu gosto da música, então eu escuto. Mas eu gosto de música lenta, em sua maioria, com letras depressivas. HAHA

2) Qual peça de roupa é sua queridinha no momento?
   Uma blusa com estampa meio indie. Branca, com barra verde-escura, estampada com flores e símbolos aleatórios. (Foto no primeiro post do ano) Se eu pudesse, usava todo dia, af 

3) Qual/quais dos seus esmaltes é/são os mais divos?
   Eu raramente pinto as unhas porque sou dona de casa e preciso lavar louça todo santo dia, então pra não ter o trabalho de pintar pra sair, eu deixo de pintar. Mas quando o faço, gosto do nude da risqué ou o preto fosco da colorama.

4) Shorts ou saia?
   Vai variar do meu humor no dia. Mas, basicamente, ambos. Sendo saia rodada e shorts de cintura alta.

5) Cabelo liso ou enrolado?
   Sou suspeita pra falar, mas CACHOS CACHOS CACHOS CACHOS! HAHA

6) Brigadeiro ou sorvete?
 Diante das rinites da vida, eu fico com brigadeiro. (mas nunca dispenso um bom sorvete, ainda mais nesse calor)

7) Doce ou salgado?
   TUDO O QUE FOR DOCE, PELO AMOR DE DEUS.

8) Como você define seu estilo?
   Vai variar do meu humor naquele dia/semana/mês. Então, digamos que seja alternativo. Gosto de usar saltos, mas não dispenso um bom par de tênis. Gosto de peças acinturadas, roupas mais sociais e justas, mas também gosto de roupas largas. Varia do humor e do lugar pra onde eu vou.  E é legal porque, como adotei o meu cabelo cacheado como ele é, os cachos combinam com TUDO e dão um ar mais estiloso, mesmo se eu estiver de pijamas! HAHA

9) Você é do tipo mulher consumista ou compra só o básico?
   Sou consumista, infelizmente. Mas tento comprar coisas que possam fazer boas combinações para evitar gasto desnecessário com dinheiro. Mas não perco uma boa promoção, de qualquer coisa (do meu interesse) HAHA

10) Considera-se vaidosa?
   Sim forte, sim rude. Não posso ver um espelho que já fico procurando imperfeições no rosto e sou muito neurótica com o meu cabelo, talvez por ter alisado e não ter ficado bem na época. Mas não sou TANTO, como tranquilamente sem me preocupar com peso e também não deixo de sair por conta de uma espinha e essas coisas. Sou vaidosa, mas não chego a tanto.

Pessoas maravilhosas para responder essa tag linda:

(sei que eram 11, mas só consegui lembrar de seis, srry ;-;)

Poesia de sábado — Na praça 'whatsapp';


NA PRAÇA WHATSAPP


Em silêncio te acompanhei no Facebook,
Te curti, mas não cliquei, comentei no pensamento e não Compartilhei.
No Twitter te segui como Agente Secreto; Deu certo, amei, seu jeito, sua decência, sua moral,
No Instagram muita beleza, sem apelo sensual.
Consegui seu número com um pretexto adverso, de te mandar um poema, um verso, mandei, mas não te liguei.
Se te encontrava, elogiava:
Seus olhos fascinantes; em outro instante: Seu sorriso encantador;
Quase te chamei de amor.
Havia uma palavra para casa momento,Mas tudo era apenas no pensamento.
Até que uma noite te vi naquela praça, você estava uma graça, e eu pensei de falar contigo, mas deixei pra depois,
Não é tão fácil chegar de uma vez, para quem vive lutando com a danada da timidez.
Não teve abraços, nem beijos, só apenas, vontade, desejo.
E assim foi, nem mesmo um Oi.
Mas… na outra noite, lá estava você, no mesmo banco, na mesma praça,  e eu meio sem graça,
Agora disse um OI, sem imaginar sua reação ao perceber que seria eu.
mas você não me deixou esperar, logo me respondeu.
Tomei coragem e elogiei, seu sorriso, seu cabelo, seu olhar.
Foi bom ver seu "kkkkkk".
E assim são nossos encontros, elogios, carinhos, coração, beijos e as vezes 'tchau',
É mesmo muito legal,
Não apenas, um OI...
VIVO de papo, é CLARO, na praça, WHATSAPP, é mesmo sensacional,
Mas ainda falta coragem, fora das redes Sociais,
Sem OI, sem VIVO, sem TIM , sem CLARO, e fora da NET Quem sabe eu me declaro,
Sem FACEBOOK, sem TWITTER, sem INSTAGRAM, olhando dentro dos teus olhos, face a face, eu consiga, te conquistar,minha linda, minha princesa, sou seu fã.


Escrito por: Rogério Santos.
09.01.2016

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Rogério Santos, entre 40 e 50 anos, mas num sou velho não, viu?! Representante comercial, radialista, escritor quando dá certo e pai da dona desse blog! Já fui poeta um tempo, mas o tempo agora é outro que me falta. Ah, tempo danado!