Poesia de sábado — Por que ele tinha que morrer?


POR QUE ELE TINHA QUE MORRER?


Não foi corrupto, não era traficante, nem usuário de drogas, não fez nenhum negócio ilícito, não recebia suborno, nem subornava ninguém.  Não roubava, não extorquia, nem lesava ou se aproveitava da necessidade ou miséria de quem quer que fosse para se promover.
Não ostentava, não queria fama, status, nem riqueza, bem algum não possuía, não tinha nem onde reclinar a cabeça, embora nunca deixou de trabalhar.
Não foi agressivo, nem incitou a violência, mesmo sendo perseguido e ameaçado. Não andava armado, nem revidava as afrontas, pelo contrário, como um homem covarde fugia dos seus inimigos.
Suas palavras eram coerentes com seu viver, ensinava o amor e tinha íntima compaixão de quem encontrava a sofrer pelo caminho. Falou sobre perdão e teve misericórdia de quem merecia a condenação, mas foi até ele arrependido, Pregou sobre o amor, enquanto sofria o ódio do seu próprio povo, e os amor até o fim. Ensinou sobre humildade lavando os pés dos discípulos, sendo ele o próprio Mestre e Senhor de todos. Veio ao mundo, buscar e salvar o que se havia perdido; Resgatar do pecado o homem que criou para levá-lo para junto do Pai.
Curava os enfermos, alimentava os famintos, libertava os opressos, livrava das grandes tempestades, tirava as dúvidas dos mais de dedicados, consolava os aflitos. Falava com uma  autoridade que impressionava até seus opressores.
POR QUE ELE TINHA QUE MORRER?
Sua morte é a maior prova do seu amor por um pecador.
E a única maneira do homem receber perdão dos seus pecados e poder ter vida plena e eterna na nova morada celestial.
POR QUE ELE TINHA QUE MORRER?
SIMPLESMENTE PARA NOS DÁ VIDA.

                     Escrito por: Rogério Santos

                        25.03.2016

 __________________________________________________________________________

Rogério Santos, entre 40 e 50 anos, mas num sou velho não, viu?! Representante comercial, radialista, escritor quando dá certo e pai da dona desse blog! Já fui poeta um tempo, mas o tempo agora é outro que me falta. Ah, tempo danado!
0 comentários
Postar um comentário