SORTEIO DE ANIVERSÁRIO - 7 ANOS DE BLOG

ADIVINHA quem cheguei com novidades lindíssimas para o melhor leitor que alguém poderia ter nesse mundo: você! 2017 já começou sendo um ano de coisas boas e conquistas e com o blog Apenas Fugindo não poderia ser diferente (graças a Deus!). Em janeiro, o blog completa sete anos e esse espaço não seria nada sem o apoio de cada um de vocês que sugere, comenta, compartilha, aprecia, critica, está sempre ao meu lado e de todos os colaboradores do blog que se juntaram à equipe e hoje somos uma família linda de fugitivos. 

Por isso que nós estamos SORTEANDO UM BOX DE SHERLOCK HOLMES! 



Exatamente! O aniversário é do blog, mas o prêmio pode ser seu. O sorteio será válido para participação até o dia 25 de janeiro e o resultado será divulgado no dia 31. 

Para participar, é só seguir os seguintes passos: 


• Curtir a página Apenas Fugindo blog

• Seguir @apenasfugindo no instagram

• Marcar dois amigos (no mesmo comentário) na foto OFICIAL; 

Passos OPCIONAIS que podem dobrar as chances de ganhar: 


• Seguir o blog Apenas Fugindo pela conta do google; 

• Se inscrever no canal;

♢ O SORTEIO É VÁLIDO APENAS PARA TERRITÓRIO NACIONAL (br, tá, gente) ♢ Vamos participar, gente! Marcar os amigos, chama todo mundo e BOA SORTE!!

EDIT: O resultado já foi divulgado lá na nossa página do facebook, para conferir é só clicar aqui.

Poesia de sábado — Teu sorriso;


TEU SORRISO


Teu sorriso fascinante, irradia, é contagiante,
Distribui alegria, enche de graça os corações.
Faz a tristeza sorrir, e a  raiva dá um sumiço,
A preocupação diz: Pra que encucar com isso?
O insensível é tocado e se enche de emoções.

NO TEU SORRISO...
O irritado logo se acalma, saúde pra sua alma,
Paz pro coração.
A vingança se arrepende, aquela fúria ardente,
dá lugar ao perdão.

TEU SORRISO…
Quebra preconceitos;
quem disse: “NÃO!”, Procura dá um jeito.
Todos querem te agradar.
Encantados;  bobos, de só pra você olhar.

TEU SORRISO...
Quem resiste ao teu sorriso?
Pagariam caro por ele se você fosse cobrar.
Mas é algo natural, um presente  do Criador
Teu sorriso ensina ao crítico como elogiar
Foi assim que a tantos você conquistou.

Escrito por: Rogério Santos
14.01.2017
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Rogério Santos, entre 40 e 50 anos, mas num sou velho não, viu?! Representante comercial, radialista, escritor quando dá certo e pai da dona desse blog! Já fui poeta um tempo, mas o tempo agora é outro que me falta. Ah, tempo danado!

Inspirações súbitas ― She's terrible in love;


         Ela tinha acabado de chegar, ele quem tinha aberto a porta para a moça. A atenção dada tinha sido pouca diante da urgência que os afazeres do outro tinham. Rapidamente, ele se dirigiu até a mesa, logo ali, próximo à porta do apartamento, rumando cadernos, calculadora, notebook e muitos, mas muitos cálculos. Ela, que tinha acabado de assistir duas palestras não muito interessantes, sentou-se no sofá ao lado oposto da mediana sala do local, esticando as pernas e procurando por nada de útil nas redes sociais do celular.
        
         Enquanto ria de qualquer bobagem no facebook, ela ouviu um suspiro pesado, seguido de um murmúrio de reclamação. O rosto se ergueu e o os olhos se fixaram nele, do outro lado da sala, com uma expressão levemente brava – e que ela julgou muito fofa! –, tendo a mão direita afundada nos próprios cabelos em um claro sinal de cansaço mental. “Semana de provas sendo semana de provas”, pensou ela, ao fitar a preocupação alheia e que, infelizmente, ela não podia fazer nada a respeito. Um suspiro, agora, saía dos lábios femininos e ela voltou ao aparelho celular que tinha nas mãos, mas não por muito tempo.

         Timidamente, os olhos astigmáticos – e que não portavam os óculos por pura imprudência – passaram a observar a figura alheia como há muito, ou talvez nunca, havia feito. Preocupado, com os olhos fixos no caderno a sua frente, ele parecia ainda mais bonito com um discreto bico inconformado nos lábios. Os cabelos, enormes e precisando de um corte urgente, pareciam ter o efeito contrário do que ela – e a maioria – sempre reclamava, deixando-o ainda mais único. A falta da barba não poderia deixar de ser notada, fazendo-o parecer ter uns três anos a menos e, é claro, ela havia adorado isso. Um pequeno sorriso adornou os lábios da moça que, num lapso, percebeu que poderia ser flagrada não só por ele, como também pela dona do apartamento, que poderia sair de seu quarto a qualquer momento.

         A contragosto, ela deixou sua gratificante observação de lado e pegou o livro que estava ao seu lado, um exemplar que levara consigo para momentos de tédio. Aquele era um momento oportuno. Não que ela estivesse tediosa, é claro, mas não havia nada melhor (além de observá-lo) para fazer. Recolheu os óculos, abriu na página 90, separada com um dos seus marcadores temáticos de Londres, e ela se permitiu adentrar aos relatos de Anne Frank em seu anexo secreto, em 1943. O dia, 13 de janeiro do ano citado, parecia extremamente interessante para a moça de cabelos cacheados, pois logo se viu entretida na história da menina holandesa e nem mesmo percebeu quando alguém se aproximava sorrateiramente de si.

         Sentando-se no curto espaço entre a morena e o braço do sofá, ele apoiou as mãos no estofado, deixando-a parcialmente presa à ele. A moça, que aguardou até o fim do relato específico para mudar o seu foco, ergueu o rosto e o olhou por cima dos óculos quadriculados, arqueando uma sobrancelha. Ao encará-lo, percebeu que os grandes olhos castanhos fitavam sua boca e ela se permitiu sorrir, mesmo que pequeno, notando que a cada segundo os corpos pareciam mais próximos.

         - Você sabe que depois de hoje a gente só vai se ver no sábado, né? – Perguntou ele, com a voz baixa, ainda concentrados nos lábios dela.
        
         - Sei sim. E daí? – Respondeu a moça, deixando o livro aberto recostado na própria barriga, pendendo a cabeça para o lado, questionadora.

         - E daí que você deveria se aproveitar desses poucos minutos... – O espaço, que já parecia inexistente entre eles, agora era ainda menor. – não acha?

         Ela riu, ao mesmo tempo que rolou os olhos e então o puxou para perto de si, fazendo com que finalmente aquela tortura acabasse. Os lábios, que por mais acostumados que estivessem com o toque dos outros, pareciam descobrir um novo gosto toda vez que os beijava. As mãos deixaram com que toda a vontade de tocar os grandes cabelos alheios fosse embora, afundando os finos dedos nas madeixas escuras, como tanto gostava de fazer.

         O coração... bem, esse já tinha se esquecido como bater, desde o momento em que o rapaz se sentara ao seu lado. Ou melhor, desde quando, ao esperar pela presença da outra garota, ele quem abrira a porta, fazendo-a esquecer, por pelo menos dois segundos, o que fazer, dizer ou pensar.

         Olhando por esse ângulo, se tinha uma coisa que ela estava, com toda certeza, essa coisa era apaixonada.

         Terrivelmente apaixonada.

Poesia de sábado — Há lugar para Jesus?



HÁ LUGAR PARA JESUS?


Há lugar para Jesus no almoço,
Há lugar  para Jesus no jantar?
Há lugar para Jesus junto à mesa,
Há lugar para Jesus em nosso lar?

Há lugar para Jesus…
Quando educamos nossos filhos,
Ou o mestre da casa é a televisão?
No dia a dia, há lugar para Jesus?
Ou não fazemos nem uma oração?

Há lugar para Jesus nas alegrias,
Há lugar para Jesus na felicidade?
Há lugar para Jesus nas conquistas?
Há lugar para Jesus na adversidade?

Há lugar para Jesus nas tristezas,
O que fazemos nas horas difíceis?
Confiamos em Jesus com certeza,
Ou até duvidamos que ele existe?

Há lugar para Jesus no conflito,
Há lugar para Jesus na discussão?
É Jesus quem tem a  última palavra,
Ou neste caso, não existe solução?

Há lugar para Jesus na festa de natal?
Há lugar para Jesus na comemoração?
Há lugar para Jesus nas mensagens?
Há lugar para Jesus em nosso coração?

         Escrito por: Rogério Santos
24.12.2016
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Rogério Santos, entre 40 e 50 anos, mas num sou velho não, viu?! Representante comercial, radialista, escritor quando dá certo e pai da dona desse blog! Já fui poeta um tempo, mas o tempo agora é outro que me falta. Ah, tempo danado!

Sobre 2016 e o aprendizado;



Sábado, 31 de dezembro de 2016

Que ano difícil.
É fato que todo fim de ano, tais palavras saem dos nossos lábios. Mas, 2016, verdade seja dita, foi um ano difícil.
Todavia, foi um ano de aprendizado.

Aprendi sobre a fragilidade da vida e do quanto a morte é traiçoeira. Com exemplos tão doloridos, tão próximos, entendi a importância de se dizer o que deseja agora e nunca deixar nada para depois.

Aprendi sobre o egoísmo humano, sobre a ganância, o quanto determinadas pessoas desejam apenas ter, sem se importar com quem está a sua frente. Não importa o seu talento e esforço, se não é um peixe-grande, esqueça.
Esqueça, pois, de nada você vale.

Aprendi sobre luta.
Nada vem sem ela. O sucesso – neste caso, acadêmico – não é alcançado sem luta. Foram dias e dias de ansiedade, nervosismo, falta de fé, que foram superados graças ao apoio daqueles que me rodearam e que lutaram ao meu lado.

Aprendi sobre amor. Sobre segundas chances, sobre a leveza da consciência tranquila, sem paranoias. Aprendi o quão importante é o amor a si mesmo, para ser presenteado com o amor do outro. Aprendi sobre ser completa e me deixar ser transbordada. Ser transbordada pelo amor de outra pessoa.

Aprendi sobre confiança e o quanto ainda preciso lutar para tê-la. O quanto este sentimento é frágil e o quanto os demais não se importam com tal fragilidade.

Aprendi, entretanto, sobre a lealdade recebida nas pequenas coisas, por pessoas que não se imaginava receber.

Aprendi a ter fé. Aprendi a não desistir.
Aprendi a agradecer.
Aprendi a sorrir.

Apesar de tudo que envolveu o ano que se findou, 2016 trouxe pessoas extremamente importantes e que desejo eu tê-las, por mais clichê que seja, por toda a eternidade.

Que ano difícil.

Mas eita ano de aprendizado!

Seja bem-vindo, 2017.
Espero aprender no decorrer dos seus dias, talvez (e por favor), de maneira mais leve.


Extraído de um diário pessoal.