#VLOG ― BATE-PAPO COM DIOGO SOUZA;


Não, isso não é uma miragem! O vlog da Thi foi atualizado SIM e eu sei que devo algumas explicações por conta do hiatus, mas deixa pra outro vídeo. Hoje, o canal que é parte integrante deste blog, traz a última parte de um bate-papo maravilhoso com o escritor Diogo Souza, grande parceiro do Apenas Fugindo, e autor do blog Cara do Espelho. Nossa conversa foi enorme e, por isso, dividimos em três vídeos. Neste post, trago os três vídeos em  sequência para você não perder nada do que conversamos.

Senta aí, pega um balde de pipoca e vem rir com a gente! 


Parte 1





Parte 2





Parte 3 - Final



5tracks: Músicas para escrever - Playlist8


Ora ora se não são as playlists voltando por aqui!
Isso mesmo! Chuva é sempre um negócio ótimo (exceto se você está caminhando sem um guarda-chuva), em diversos sentidos, inclusive para inspiração. Pensando nisso, resolvi trazer mais uma playlist com cinco músicas lentinhas que são ótimas para escrever ou ler um drama. Afinal, quem não ama um drama?

5) More than this – One Direction


Isso mesmo, que comece o julgamento logo de cara. Quem me apresentou essa música foi a Helena, lá em 2012, e eu gostei bastante do ritmo. Foi More than this, inclusive, uma das principais músicas para escrever Beginning again, como já citei no post de aniversário em 2015. O conceito da letra é semelhante ao de Treat You Better de Shaw Mendes, então é ótima para cenas de uma personagem sofrido apaixonado por alguém que já está comprometido.

4) I’m Sorry – The Maine


Aviso desde já que vai ter The Maine de novo nessa playlist sim. A música é, claramente, sobre término, o que serve totalmente de base para cenas de pós e durante briga de casal. Pode ser usada também em cenas de flashback, onde uma das personagens relembra situações específicas ao lado da outra, após o término.

3) Misguided Ghosts – Paramore


Como já dá pra deduzir pelo nome, a letra da música é super triste, porém bem reflexiva. Pode ser usada em cenas e situações em que a personagem decide ter um tempo para si e acaba indo embora, o que pode resultar em brigas e/ou términos (a depender do enredo). Citando um amigo que recentemente adentrou a blogsfera: “Que música triste do cão” CARVALHO, Lucas.  

2) 24 Floors – The Maine



Xodózinha dentre as músicas do The Maine, a letra é BEM triste. Pode ser usada como base para cenas com foco em uma única personagem e seu conflito. A própria letra da música já dá um bom conto no estilo dramático, se for analisar. Pode ser utilizada também para cenas de discussão e/ou término.

1)    Apologize – One Republic


Uma daquelas músicas que a gente escuta por um tempo, esquece, e redescobre no spotify. Eu já a imaginava como uma ótima trilha sonora para cenas tristes e/ou reflexivas e após vê-la em um episódio de Cold Case (assistam essa série, obg dnd), só confirmei. Pode ser utilizada para cenas pós-término, quando uma das personagens decide voltar atrás, como também para cenas de drama maior, com mortes e coisas do tipo. 

E aí, o que achou da playlist? Comenta aí!

Indicação — Shampoo + Condicionar Clinical Cachos U.T.I Capilar;


Já faz um tempinho que eu planejo fazer uma indicação desses dois produtinhos lindos e sempre acabo adiando ou esquecendo. Porém, NÃO MAIS! Chega de promessas falhas neste blog. Então senta aí que a indicação já vai começar!

O que diz o rótulo?

Clinical Cachos Shampoo&Condicionador. Único Tratamento Intensivo dos seus Cabelos; Com Manteiga de Karité, D-Pantenol e Óleo de Rícino; Sem sal; pH: 5,0 a 6,0 (Shampoo) pH: 2,5 a 3,5 (Condicionador); Sabendo que os cabelos cacheados precisam de maior hidratação o shampoo clinical reconstrói os fios quebradiços e repõe os nutrientes essenciais para a recuperação da saúde dos cachos; Promove a hidratação e o desembaraço dos fios, auxilia na reconstrução da saúde dos cabelos.
Bom, infelizmente, não comprei os produtos em supermercado ou lojas de cosméticos. Por aqui onde moro, eu comprei de um revendedor da marca Kelma, responsável pelos produtos, chamado Denilson. Os dois juntos fica em torno de R$ 40,00, mas calma! Já adianto que vale a pena. Tendo como especialidade a reconstrução do fio, não há a necessidade de usar nos cabelos em toda lavagem. Há cada 15 dias é o bastante para ter cabelos fortes e hidratados, se seu cabelo estiver precisando urgentemente de reconstrução, o máximo recomendado é utilizá-los uma vez por semana. Infelizmente (para algumas), não é um produto liberado, o que pode dificultar no momento do uso, mas como não sigo essa linha, está de bom tamanho para mim. 

E aí, cumprem o que prometem?


A produção de espuma é na medida e o shampoo realmente faz uma limpeza forte no couro cabelo. É claro que não dispensa o uso de pré-shampoo uma vez ou outra, mas este Shampoo limpa adequadamente sem a necessidade de repetir a operação. Na primeira vez que usei, tinha passado três dias usando coque, ou seja, os fios estavam totalmente sem forma. Deixei o condicionador agir por cerca de três minutos e, mesmo molhado, o cabelo já formava uns cachinhos nas pontas. Gostei da maciez e do brilho que causou, além de ter definido BEM os cachos. E uma notícia ótima: No day after, o cabelo acordou praticamente igual ao dia da lavagem! Ao acordar, passei apenas um óleozinho no cabelo e pronto! Parecia que eu tinha acabado de lavar. Confere aqui nessa foto que eu tô bem ridícula, mas o que conta é o cabelo HAHA

Para quem mora aqui em Tobias Barreto e região e deseja adquirir os produtos, é só procurar o revendedor Denilson pelos telefones 079 9 9955 4661 / 079 9 9155 1716 ou falar comigo que eu passo o contato pra ele, tem também o facebook, né, só chamá-lo por lá. 

É isso! Espero que tenha gostado. Já usou? Quer usar? Tem alguma dúvida? 
É só deixar um comentário. 

― Você não é perfeito;


Sou competitiva.
Obviamente, isso é um completo defeito.

Mas, é claro, os nossos defeitos são, em sua maioria, ressaltados, quando provocados. É complicado lidar com pessoas que insistem em mostrar que são melhores não em uma, não em duas, mas em todas as coisas e situações que englobam a vida.
Muitas dessas pessoas, dada a grande insinuação de superioridade que suas conversas carregam, acabam não sendo críveis. Afinal, é desconfiável a credibilidade de alguém que nunca erra. A não ser, é claro, que esta pessoa seja Jesus Cristo, de acordo com a minha crença religiosa.

Dentre os demais seres mortais que povoam e já povoaram esta terra, é de conhecimento da grande maioria que todos nós erramos. E que, em algum momento da vida, todos nós falharemos em algo, todos nós teremos algo que seremos um completo desastre.
Isso faz parte da vida e serve para que, em convívio em sociedade, se saiba entender o outro e o sucesso do outro. Afinal, o outro tem o direito de ser bom em alguma coisa, mesmo que você também seja bom nesta mesma coisa. Cabe a você (ao menos, é o esperado) que discuta do mesmo assunto, de igual para igual.

Pois, entendemos que conquistas e derrotas devem ser respeitadas. Todos, sem isenção – exceto Jesus! – nunca seremos unicamente bons. É do ser humano, independente da sua crença, você sabe que, no fundo, é do nosso feitio cometer erros. Falhar.

Mas, novamente, é preciso compreender. Dar espaço ao outro, ouvir a sua voz, mesmo que discorde dele. Respeitar. Deixá-lo expressar seu ponto de vista, respeitosamente, para que assim você possa expressar a sua também. Ninguém é 100% bom em tudo. Ao invés de trazer argumentos chulos, vazios e sem base, numa tentativa de estar certo sobre TODOS os tipos de assuntos, ao invés de tentar contar vantagem sobre todas as histórias contadas pelos outros, ao invés de fazer da sua companhia algo maçante e insuportável, pois não há lugar para uma voz que não seja a sua,

Ceda. Ouça. Respire. Cale. Atente-se. Compreenda.

Respeite.

Mas, se no fim das contas, caso você ainda prefira ter a ideia de que necessita ser melhor que os demais, vender uma imagem que não é a sua e, acima de tudo, permanecer na ignorância de que calar os outros, fique atento

Logo eu,

a competitiva.

[COLABORAÇÃO] Resenha — A Chegada;


Olá pessoas lindas, hoje eu tenho uma indicação de filme que deixou minha cabeça explodindo e que me fez até sonhar, SIM! Sonhar com esta obra cinematográfica maravilhosaaa. E sem mais demora apresento-lhes “A chegada”.



Em um dia nada normal, doze naves ovais e escuras surgem sem aviso em pontos aleatórios do globo. Imediatamente, pânico, violência e confusão começam, enquanto governos tentam estruturar uma maneira de se comunicar com essa força invasora, que simplesmente apareceu, sem dar explicação alguma.

A Chegada é um filme dirigido por Denis Villeneuve e conta como protagonista a talentosíssima atriz Amy Adams, que vive o papel da Dra. Louise Banks, uma linguista renomada e que já trabalhou anteriormente para o governo Americano. Por conta do seu grande conhecimento na área linguística, Dra. Louise é convocada para entender e traduzir o que os seres recém-chegados ao nosso planeta têm a dizer, mesmo que tudo que eles transmitem mais se pareça com sons aleatórios, do que palavras. Ao lado de Louise, temos o ator Jeremy Renner que interpreta Ian Donnelly, um cientista que vê o mundo a sua própria maneira e precisa cooperar com Louise para entender o que os visitantes querem com nosso planeta.

A partir das apresentações das personagens já feitas, a trama começa a oferecer um curioso argumento linguístico, que no filme, recebe uma edição incrível, segurando o espectador pela mão e o colocando, passo a passo, dentro do raciocínio da Dra. Banks, conforme tenta decifrar a inexplicável língua extraterrestre: na forma falada, é uma série de ruídos e grunhidos, e na forma escrita, consiste em símbolos circulares sem começo nem fim.


A Chegada é muito mais que uma simples história sendo contada no cinema, é realmente uma mensagem que usa dos elementos da ficção científica para mexer com os sentimentos mais humanos que existem. O medo do desconhecido e a maneira com a qual lidamos com seus efeitos e resultados é tratado no filme de uma maneira bastante convincente. Um longa que vai mexer com sua imaginação e com seus sentimentos como há muito tempo não via acontecer. Um verdadeiro clássico instantâneo.

Curiosidades:

- A trama estava na lista de premiação do Oscar 2017;
- Um livro de Ted Chiang traz inspiração do filme, chamado “História da sua vida”;
- Infelizmente a atriz Amy Adams não foi indicada ao Oscar de melhor atriz (até hoje eu estou inconformada);


Escrito por: Bruna Freire

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Bruna Freire, 19 anos, estudante de Direito. Adora fotografar e é muito fã daquele velho e ótimo Rock and Roll. Completamente apaixonada por animais, livros, séries, filmes, HQs e por café, pois café é vida. Uma pessoa amavelmente bruta que admira sorrisos e olhares sinceros, mas principalmente adora à vida.